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	<title>Comentários sobre: Piscadelas</title>
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	<description>If they bomb their own troops, they must have their reasons.</description>
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		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://discretoblog.wordpress.com/2008/07/05/piscadelas/#comment-217</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 03:46:42 +0000</pubDate>
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		<description>Schnabel é um grande diretor que foge do padrão de narrativa moral, portanto, não pergunte o que &quot;aprendemos com o sofrimento de Jean-Do&quot;, porque não é esse o objetivo da obra. Como é possível vislumbrar na obra, não apenas em Le Scapandre et le Papillon&quot;, do cineasta é a imposição do espectador no ponto de vista do protagonista, para que este experimente o que é capaz de sentir ao passar por determinadas situações-limite. O que seria se fosse um homossexual em Cuba impedido de sê-lo, o que seria de si na situação de um portador de uma sidrome locked-in. Neste ponto Schnabel é genial. Em qualquer obra a busca narcisista do homem em se transferir ao que vê na tela, que é a causa-mor para existência das artes, é justificada por diversas formas; Schnabel desmascara a função da arte tratando-a com o seu propósito maior. E se a moral ocidental, a moral cristã vê o narcisismo como algo negativo, é preciso refletir o assunto sob a perspectiva filosófica transcendental e enxergar a possibilidade desta transposição como qualidade, ao transformar o espectador num cidadão afetivo, por sua capacidade de vislumbrar as emoções alheias e, assim, capaz de tratar todos com dignidade. Em  o escafandro torna-mos por 122 minutos um prisioneiro de nossos corpos para poder enter a realidade daqueles que passam por isto 60 segundos por minutos, 60 minutos por hora, 24 por dia, todos os dias até o última de sua existência, em menor ou maior grau.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Schnabel é um grande diretor que foge do padrão de narrativa moral, portanto, não pergunte o que &#8220;aprendemos com o sofrimento de Jean-Do&#8221;, porque não é esse o objetivo da obra. Como é possível vislumbrar na obra, não apenas em Le Scapandre et le Papillon&#8221;, do cineasta é a imposição do espectador no ponto de vista do protagonista, para que este experimente o que é capaz de sentir ao passar por determinadas situações-limite. O que seria se fosse um homossexual em Cuba impedido de sê-lo, o que seria de si na situação de um portador de uma sidrome locked-in. Neste ponto Schnabel é genial. Em qualquer obra a busca narcisista do homem em se transferir ao que vê na tela, que é a causa-mor para existência das artes, é justificada por diversas formas; Schnabel desmascara a função da arte tratando-a com o seu propósito maior. E se a moral ocidental, a moral cristã vê o narcisismo como algo negativo, é preciso refletir o assunto sob a perspectiva filosófica transcendental e enxergar a possibilidade desta transposição como qualidade, ao transformar o espectador num cidadão afetivo, por sua capacidade de vislumbrar as emoções alheias e, assim, capaz de tratar todos com dignidade. Em  o escafandro torna-mos por 122 minutos um prisioneiro de nossos corpos para poder enter a realidade daqueles que passam por isto 60 segundos por minutos, 60 minutos por hora, 24 por dia, todos os dias até o última de sua existência, em menor ou maior grau.</p>
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		<title>Por: janaína</title>
		<link>http://discretoblog.wordpress.com/2008/07/05/piscadelas/#comment-168</link>
		<dc:creator>janaína</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 02:03:46 +0000</pubDate>
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		<description>como cineasta o schnabel é um ótimo pintor. 
mas eu gosto do filme sobre o basquiat...
(e gosto das pinturas dele, de verdade.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>como cineasta o schnabel é um ótimo pintor.<br />
mas eu gosto do filme sobre o basquiat&#8230;<br />
(e gosto das pinturas dele, de verdade.)</p>
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