Observações Sobre o Show do The National e os Eventos Subseqüentes…

…em Ordem Semi-Cronológica.

Postado por Luis Calil


*Não havia ninguém quando chegamos – nós sendo eu, Didier, Ana Paula e Kain, todos aparentemente fanáticos por The National (eu, é claro, sendo o mais pateticamente fanático – provavelmente de toda a platéia) – o que me fez pensar por alguns instantes que o The National tocaria pra uma platéia de 100 pessoas. Obviamente o número acabou aumentando pra pelo menos umas 600 quando a banda entrou no palco, e não é como se eles nunca tivessem tocado pra menos gente, especialmente considerando que o Brasil é um país tropical subdesenvolvido no qual rock independente não é exatamente um enorme chamativo. Mas mesmo assim, o fã em mim queria que eles recebessem a resposta apropriada ao talento.

*Falando em fãs, percebi que durante a noite, eu tomei várias atitudes cuja natureza tiética (derivado de tiete) não podia estar mais óbvia e clara. A primeira delas foi comprar um botão que estavam vendendo lá, com uma foto do Barack Obama, escrito “Mr. November” embaixo. Eu gosto do Obama, eu gosto da “Mr. November”, a idéia é cômica e pertinente (se há um refrão que eu espero que Barack cante num hipotético show de rock democrata, seria “I won’t fuck us over, I’m Mr. November”), e estava barato. Ainda sim, eu não vou ter muito uso pra esse botão agora.

*Cérebro Eletrônico é medíocre. Entre ela e MGMT, cujo show que eu evitei a assistir por não ter nenhum interesse na banda, acho que ficaria com MGMT. Quando eu perguntei o que Scott Devendorf, o baixista do The National, (que, sim, eu conheci – volto a isso em um momento) o que ele achava da banda brasileira que tocou antes deles, ele disse que só viu a última canção, e que eles pareciam “Ok”. Continuou: “Não é a melhor coisa do mundo, mas…”. Eu disse o equivalente à: “Sim, não perca o seu tempo.” Em seguida, eu recomendei à Scott Los Hermanos e Jorge Ben Jor. Ele disse “Los Hermanos? That’s like ‘The Brothers’, right?”. Eu duvido que ele tenha lembrado de procurar as minhas recomendações, mas eu não vou cobrar isso dele.

*Nossos lugares eram excelentes. Umas duas fileiras atrás do palco, bem no centro.

*O primeiro membro da banda a aparecer no palco, enquanto colocavam os equipamentos em ordem, foi Padme Newsome, o violinista. Foi excitante, e eu fiz questão de apontar para Padme Newsome e dizer às pessoas a minha volta, “Olha lá, é o Padme Newsome”, gerando olhares peculiares. Mas o primeiro momento eletrizante foi a aparição de Aaron Dessner, um dos guitarristas irmãos gêmeos. Eu não sei se há um nome para aquela sensação estranha de ver alguém famoso, que você só conhecia por fotos e vídeos, ao vivo pela primeira vez, mas devia haver, e se eu pudesse escolher o nome, seria algo como “Karputkz”. Eu, é claro, gritei o nome dele, brevemente aterrorizado pela idéia de que eu estava gritando o nome do irmão gêmeo errado (depois eu confirmei que era sim o nome certo). Aaron, obviamente tímido, só deu uma breve olhada na nossa direção, mostrou um sorriso quase imperceptível e continuou regulando o seu equipamento.

*Eu devo mencionar aqui que o Didier teve a idéia simultaneamente horrível e hilária de trazer folhas de papel com nomes de músicas que queríamos ouvir para levantarmos durante o show, com a esperança de que eles atenderiam a pedidos. Nós escolhemos “90 Mile Water Wall”, “Guest Room”, “The Geese of Beverly Road” e “Blank Slate”. Quando o Aaron apareceu para afinar sua guitarra, não fui só eu que gritei. Didier e Kain, cada um com um papel na mão levantado alto, também gritaram o nome dele. Aaron nem notou os “cartazes”, mas eu imagino o que as pessoas ao lado pensaram da gente. “Meu deus, olhem essas tietes patéticas. Trouxeram até cartazes”.

*Foi nesse ponto que ficou claro que nós quatro éramos os maiores fãs da banda no local. Provavelmente. A maioria estava ali para ver MGMT. Um rapaz do nosso lado, colega de faculdade de Kain, comentou que os fãs de MGMT costumavam ser mais jovens que os de The National, e sim, a platéia era predominantemente bem jovem. Havia um rapaz atrás de mim que cantou a maior parte da letra de “Slow Show”, e uma garota do meu lado também parecia estar devidamente empolgada. Mas nós ainda éramos os tietes-mor.

*Depois de tocarem versões excelentes de “Start a War” e “Brainy”, a banda decidiu prestar atenção nos constantes gritos dos quatro jovens na platéia (i.e. nós), dois dos quais seguravam “cartazes” – folhas de papel menores que uma A4. Na verdade, a primeira reação foi a de Matt, que olhou, riu, e seguiu para a próxima música. Depois, eu e Didier conseguimos a atenção do Scott Devendorf, que obviamente é o membro mais atencioso e simpático, enquanto ele tocava. Ele viu os cartazes e também riu. Nenhuma das duas risadas pareceu zombadora; era mais como uma expressão de espanto e admiração que alguém no Brasil teria a cara de pau de pedir pra eles tocarem um lado-B obscuro. Quando, durante um momento silencioso entre músicas, eu, Didier e Kain decidimos, com extrema coragem e nenhuma vergonha na cara, gritar um verso de “Blank Slate” (“I’m gonna tackle young girls off their beautiful bikes”), Matt deu uma risada e nos confrontou. “Gente, eu vi os cartazes, mas se a gente tocasse essas músicas pra vocês agora, nós estragaríamos elas.” Sentindo simultaneamente constrangido e excitado por ter conseguido contato direto, a minha única reação foi falar um “Óóóó” de decepção, que graças a deus foi acompanhado pelos meus companheiros. Ainda sim, eu só posso imaginar o que o resto da platéia devia estar pensando: “Espero que agora esses losers parem de gritar”.

*Mas nós não paramos. Os mini-cartazes voltaram para o bolso, mas nós cantamos e gritamos numa intensidade possivelmente irritante para qualquer pessoa que não estava na nossa sintonia de excitação. Havia momentos onde eu gritava uns “Uuuuhuuuu!” não antes, não depois, mas durante a música, como se eu não pudesse esperar a canção terminar para expressar minha admiração. “Uuuuuhuuuuu!” quando o refrão de “Mr. November” estava chegando. “Uuuuuuhuuuu!” quando o piano da seção final de “Slow Show” começou a tocar. “Uuuuuhuuu!” + pulos não acompanhados por ninguém quando a bateria de “Apartment Story” entrou. Eu estava consciente de quão solitários e pouco apropriados esses “Uuuuhuuus” pareciam, mas não conseguia evitá-los. Ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo destravou algo no meu cérebro que costumava filtrar o tipo de comportamento ridículo que eu zombaria em outra pessoa.

*Momentos aleatórios do show: Aaron falou “Obrigado” (em português) algumas vezes; Matt pegou o livro de um cara (ou era uma garota?) e achou que era um presente pra ele, embora eu suspeite que fosse pra ele assiná-lo; Matt acabou fazendo isso, mas antes ele comentou sobre uma foto que achou dentro do livro, do garoto (garota?) quando era bebê: “Uau, você era muito bonito nessa época.” – a platéia riu; uma garota (garoto? Foi a cerveja que causou essa confusão sexual?) ganhou o set list do show; Bryce, o outro guitarrista-irmão gêmeo, deu uma palheta pra alguém na minha frente. Eu queria aquela palheta.

No comecinho desse video dá pra ver ele falando sobre a foto e devolvendo ela, e depois tocando “About Today”:

*Aparentemente não satisfeitos com o show (que foi, na verdade, maravilhoso), nós três (Kain foi pra uma “festinha”) demos a volta por fora do local fechado onde o show estava acontecendo para tentar achar a área dos camarins e conseguir contato ainda-mais-direto com a banda. Se eu fosse o David Foster Wallace, agora eu lhes daria uma descrição detalhada do local, mas eu não tenho a capacidade nem a paciência. Versão resumida: havia um muro de alumínio de uns 2 metros de altura. Do lado de fora do muro estávamos nós e mais ninguém (o show do MGMT ia começar a qualquer momento), e do lado de dentro havia o prédio do show. Chegamos no fundão e vimos que no espaço entre o muro e o prédio havia uma rampinha que levava a uma área aberta no segundo andar do prédio – devia ser próximo ao camarim. Olhando pelas fretas do muro, vimos um espaço com algumas vãs e caminhões, alguns seguranças e mais nada.

*Nós sentamos num banco próximo ao muro e ficamos lá esperando, conversando sobre os melhores momentos do show, ligando para Fabiano Ristow para comparar experiências (ele foi no show do Rio na noite anterior), etc. Um rapaz bem vestido que trabalhava para o festival, provavelmente com pena das nossas pobres almas, se aproximou e disse: “Se vocês querem ver alguma banda, vai ali pra perto do portão que eles vão sair por ali.” Nós seguimos a sua dica como se fossemos detetives que acabaram de encontrar a pista essencial. Quando chegamos no portão (fechado), olhamos por uma fresta e nos deparamos com um segurança, que perguntou o que queríamos. Eu disse: “Aquele cara ali disse que a banda ia passar por aqui quando saísse.” O segurança disse: “Não, aqui só vai passar equipamento. As bandas saem pela lateral.”. Eu olhei pra um, olhei pro outro, e finalmente: “Tá, e agora? Qual dos dois está certo?”. Eles se entreolharam e ficaram calados.

*Uns 20 minutos depois, enquanto eu falava com o Ristow no celular, algo incrível aconteceu: o Matt apareceu na rampinha do segundo andar e parou num lugar que ainda era visível, conversando com uma mulher. Eu e Didier surtamos e gritamos: “Ei Matt! Desce aí! Vem pra cá! Rapidão! Matt!”. Ele olhou, sorriu, deu um tchauzinho e foi embora. Ana Paula comentou que ele tava muito metido a “estrelinha”. Será?

*Bem, o Scott Devendorf não estava. Quando ele apareceu na rampinha, nós gritamos pelo seu nome de forma igualmente patética e histérica, e ele obedeceu nossos pedidos. Demos a volta até o portão do muro e Scott veio para o lado de fora e nos cumprimentou. Após todo mundo mencionar o quão “great” foi o show, nós perguntamos coisas idiotas tipo “O que estão achando do Brasil?”, “E a turnê?”, “Disco novo sai quando?” (resposta pra essa: eles vão voltar pro estúdio em Novembro e desenvolver umas 20 idéias que eles têm). Nos momentos profundamente horríveis quando nós não tínhamos mais o que perguntar, Scott foi gracioso o suficiente pra fingir interesse na gente, perguntar nossos nomes e o que fazemos. Eu por acaso comentei que não morava ali, que tinha viajado de Goiânia só pra ver a banda, o que era parcialmente mentira. Estava subconscientemente tentando ganhar mais simpatia de Scott? Terrível.

*Nós tiramos uma foto com ele na câmera de bosta do celular de Didier. Após umas quatro tentativas falhas de tirar uma foto decente, nós pedimos desculpas pelo incomodo, e Scott disse: “Não faz mal. É uma câmera brasileira complexa.” A quinta tentativa funcionou.

*Logo Padme, o violinista, apareceu numa varanda no segundo andar, logo acima do portão onde nós estávamos. E sim, nós gritamos por Padme, mesmo com o Scott do nosso lado. Quando Padme sinalizou que estava vindo, eu tive um pensamento assustador: nós estamos mal conseguindo lidar com um membro da banda, agora vai ser dois? Fudeu.

*A nossa sorte é que Padme estava bêbado e fala pra caralho. Pra cada pergunta inócua que tínhamos feito a Scott, Padme se jogava numa dissertação desconexa e interessante sobre a natureza da indústria da música. Ele é australiano e é do tipo “artista”, i.e., ele odeia qualquer influência que uma gravadora pode ter, ele odeia o lado de marketing e publicidade (incluindo clipes), ele odeia qualquer coisa que possa causar danos à autenticidade da banda e a sinceridade da música. Dito assim, soa pretensioso, como tipos “artistas” costumam ser, mas Padme falava isso tudo de um jeito agradável que parecia sugerir, “Mas isso é só a minha opinião”. Eu fiz questão de mencionar sua excelente e obscura banda paralela Clogs, que ele lidera em parceria com Bryce Dessner, para ganhar pontos. E eu os ganhei; ele ficou visivelmente agradado por eu ter puxado esse assunto, e mencionou que o próximo disco de Clogs já está pronto, só falta terminar a mixagem, e inclui uma música cantada pelo Matt (informação exclusiva do Discreto Blog?!). Logo em seguida, eu perdi alguns dos pontos supracitados quando mencionei que adorei o primeiro disco deles, Lantern. “Esse foi o nosso QUARTO disco!”, Padme falou inofensivamente indignado. Mas eu não me senti mal; o placar ainda estava ao meu favor, eu acho.

*Depois de pelo menos uns 15 minutos de papo com Padme, eu percebi que Scott ainda estava ali (!), e que Ana ainda estava conversando com ele sozinha (!!). Eu senti pena de ambos, imaginando suas tentativas de manter a conversa andando enquanto. Ela inclusive mencionou depois o quanto ela achou ele tímido.

*Uns 5 minutos depois, os dois se despediram e foram embora, e nós voltamos para o nosso banquinho próximo ao muro, agora mandando mensagens pra pessoas aleatórias nos gabando de nossa importância – agora éramos conhecidos do The National, não só fãs ou tietes.

*Mas a verdadeira natureza tiética do meu relacionamento com a banda ainda estava por vir. Após uns 10 minutos, Matt apareceu novamente na rampinha, agora falando no celular. Concordamos que íamos esperar ele acabar a ligação para voltar a gritar o nome dele (quanta consideração da nossa parte). Ele desceu a rampinha para o térreo e ficou andando pela área de caminhões, e nós o observamos pelas frestas dos muros. (Imagine Matt olhando para tais frestas e vendo cabeças e olhos curiosos aparecendo e desaparecendo como ninjas espiões – imagine você, porque eu não quero sentir essa dor). Depois de algum tempo, Didier anunciou “Olha lá, ele desligou”. Eu: “Grita, grita o nome dele!”. Didier: “Matt! Matt!”. Eu: “Hey, Matt!”. Nesse exato momento, o portão se abriu para permitir a passagem de uma vã, e percebemos que ele estava apenas a uns 5 metros de distância, na nossa frente, agora sem nenhuma barreira. Ele sorriu, confuso, e eu, mais confuso ainda, disse rindo: “Ei, Matt, dá pra vir pra cá?”

*A conversa com o Matt foi a mais curta e a mais vergonhosa. Primeiro porque eu abri o papo dizendo: “Então lembra daqueles caras lá no Rio que tiraram foto com você antes do show?” – “Hmmm, sim, acho que sim” – “Pois é, eles são nossos amigos, e quando eles disseram isso nós ficamos com inveja… Porque nós queríamos também.” Didier e Ana Paula ambos riram, mas Matt ficou com um sorriso constrangido, do tipo “Que latada eu me meti”. Depois de mais perguntas inúteis – ele não teve a chance de conhecer o Brasil ainda, por falta de tempo, caso você tivesse essa curiosidade – eu consegui subir um pouco minha moral fazendo um comentário sarcástico: ele lembrou dos nossos cartazes e repetiu que as músicas que nós pedimos não estavam ensaiadas, e que eles decidiram montar um setlist mais confortável. Eu falei: “Sim, puxando mais pros grandes hits”. Ele riu e disse “O que? Nós não temos hits!”. Esse foi o ponto alto da minha noite.

*Eu comecei a pensar no que Matt poderia estar achando de todo esse nosso comportamento. Nós gritamos seu nome a noite toda, tanto durante o show quanto depois, o forçamos para fora do portão pra conversar e tirar uma foto, fizemos perguntas idiotas e comentários constrangedores, etc. Tenho certeza que ele compreende que a nossa admiração pela banda não é necessariamente fora do que é considerado saudável, mas parte de mim acredita que uma banda sofisticada como o The National deve esperar – e ter – fãs mais sofisticados, que agem de forma menos tiética. Fãs com comentários pertinentes, que estariam mais propensos a pagar um drink pra ele do que posar em fotos. Aliás, eu mesmo achava que seria esse tipo de fã menos histérico e mais considerado quando a hora chegasse. Mas não foi o que aconteceu. Por quê?

*Quando a câmera de Didier falhou mais algumas vezes na nossa foto com o Matt, eu repeti a piada de Scott – “Don’t worry, it’s a complex brazilian camera” – mas Matt não riu. Eu espero que ele não tenha achado que isso foi um comentário sincero.

*Logo depois da nossa foto, o show do MGMT acabou, os fãs começaram a escorrer em direção à área dos camarins, e Matt foi forçado a correr pra dentro do muro para fugir das câmeras. Eu não consigo tirar da minha cabeça o grito que uma garota deu quando reconheceu Matt, e o tchauzinho que ele deu em resposta enquanto o portão fechava. Mal sabe a coitada o que perdeu.

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12 Comentários

Arquivado em Música

12 Respostas para “Observações Sobre o Show do The National e os Eventos Subseqüentes…

  1. *Foi uma menina que tava com um livro onde ela tinha escrito *Today is my birthday*, por falta de uma idéia ridícula (mas aparentemente brilhante) como a minha de levar os “cartazes”. Eu desconfio que ele tenha pego o livro de sacanagem mesmo. Depois eles ficaram enchendo o saco para ele devolver a foto do namorado dela.

    *Você esqueceu de mencionar que o Matt ofereceu uma garrafa de whisky pra ela, só que o bombeiro pegou.

    *Você também esqueceu de mencionar que o Scott repetiu pelo menos umas 5 vezes “Thanks for coming” por falta de assunto.

    *A conversa com o Padme foi bem legal e ele aparentemente não se importou com a nossa natureza tiética.

    *E por último, eu ainda estou com raiva daquelas pirralhas fãs de MGMT que voaram no pescoço do Matt dizendo “You’re so so so so good” e fizeram com que ele caísse fora e não trocasse mais algumas palavras com a gente.

  2. Renner

    Daria um dedo pra ter estado lá.

  3. Wanderson

    Que invejinha!

  4. Thiago Tavares

    The National é adulto, eles não gostam de fãs tiéticos.

  5. Paula

    Eu berrei “uuhuuu” no meio das músicas também, você resumiu bem o sentimento. Tinha que me expressar naquele momento, não dava pra esperar a música acabar. Isso é animação com o som da banda, não acho histerismo-tiete.

    Já conversar em outra língua quando se está muito empolgado e/ou nervoso não é uma tarefa tão simples, o que torna tudo ainda mais patético.

    O flash da câmera do Thiago tb não funcionou quando fomos tirar foto com o Matt, sorte que eu estava com a minha, não costumo levar câmeras pra shows.

  6. janaína

    não acredito que você fez um post desse tamanho sobre isso.

    ps.: bottom em português é broche, não botão.

  7. Bottom significa “fundo”. Broche é “button”. De nada.

  8. Ana

    Eu falei tanta baboseira pro Scott, coitado.. inclusive algo envolvendo vampiros e Slovênia. Não sei direito. Fiz questão de esquecer algumas partes.
    Mas entre uma besteira e outra descobri que eles NUNCA tocam Guest Room; o que foi confirmado pelo Matt depois. Será que são supersticiosos em relação a essa música?!

  9. Ristow

    lembrando que caiu no youtube o vídeo em que o matt fala com vcs sobre os cartazes. estou no trabalho, depois eu procuro. dá uma olhada lá.

  10. Wanderson

    Mas todo “bottom” tem um “botão”. (A)

  11. Pedro

    É Padma.

    O Matt até que é mais simpático do que eu imaginava. Se dirigir a vocês no meio do show! Que euforia que deve ter sido. Vocês tentaram, tentaram e… conseguiram até falar com eles. Invejados sois vós entre nós que não pudemos ver eles ao vivo.

    E belo post. Além de exibido! A parte sobre ver alguém famoso – um ídolo, em especial – me chamou a atenção. É realmente algo inexplicável. É como um choque. Acho que é mais fácil usar uma palavra inventada dessas, mesmo.

  12. brancasnuvens

    voltem a atualizar…
    adorei o blog de vcs!
    serinho.

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